segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

O QUE MUDA NOS PLANOS DE SAÚDE.

Planos de saúde terão de disponibilizar 87 novos tratamentos em 2014

Os beneficiários de planos de saúde começarão o ano com mais direitos garantidos. A partir de 2 de janeiro, primeiro dia útil de 2014, os conveniados terão 87 procedimentos a mais na lista de cobertura obrigatória: 28 cirurgias por vídeo, 22 avaliações genéticas e 37 medicamentos orais para o tratamento do câncer. Além desses, 44 tipos de consultas e exames já existentes foram ampliados.
O novo rol de procedimentos, aprovado em outubro de 2013 pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), vale por dois anos, quando deve ser novamente modificado. A principal novidade são os remédios que podem ser tomados via oral para combater os tipos de câncer mais comuns: estômago, fígado, intestino, rim, testículo, mama, útero e ovário. Como muitos deles já são disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o beneficiário tem duas opções: continua na rede pública e o plano reembolsa o governo ou muda para o atendimento particular.
Entre as consultas ampliadas, estão sessões com os seguintes profissionais: fonoaudiólogo, nutricionista, psicólogo e fisioterapia, que aumentaram de seis para 12 ao ano. Em casos específicos, as consultas de fonoaudiologia podem chegar a 48 por ano. Os usuários que necessitarem de bolsas coletoras intestinais ou urinárias (chamados pacientes ostomizados) também terão esses itens fornecidos pelas operadoras, assim como os equipamentos de proteção e segurança para usá-los.

ELEFANTE BRANCO NÃO TEM JEITO.

Arena das Dunas está entre os estádios com maior falta de rentabilidade

arena maquete
As autoridades brasileiras estão ‘queimando os miolos’ para encontrar soluções imaginativas, uma fórmula mágica, para obter rentabilidade em quatro estádios da Copa de 2014 que, segundo os críticos, correm sério risco de se transformar em monumentos ao desperdício.
Matéria da revista Exame destaca que Manaus, Brasília, Cuiabá e Natal são as quatro sedes que terão estádios novos e que só em poucas ocasiões conseguiram ter algum time de futebol na elite do futebol nacional, por isso que carecem de um calendário esportivo que garanta uma renda regular.
Realizar shows de música, ‘importar’ equipes de futebol de outras cidades e impulsionar esportes estranhos nestas latitudes, como o futebol americano, são as principais ideias que os responsáveis dos estádios tiveram a cinco meses do Mundial. Mas os poucos lucros obtidos até agora no único potencial ‘elefante branco’ que já está operacional, o Estádio Nacional Mané Garrincha de Brasília, põem em dúvida que se possa compensar os enormes recursos investidos nas obras.
O estádio de Brasília é um coliseu monumental com capacidade de 72.777 pessoas e que será o mais caro dos 12 construídos ou em construção para a Copa. Seu orçamento chegou a R$ 1,403 bilhão e foi desembolsado integralmente pelo Governo da capital, onde os clubes locais, de recente criação, ainda não conseguiram cultivar uma torcida.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

COPAS, SOMOS PERNAS DE PAU NA EDUCAÇÃO.

As duas Copas

O Brasil do futebol mais vitorioso do mundo terá encontro marcado com o Brasil que é pereba na infraestrutura, perna de pau na educação e matador na corrupção. VEJA desta semana mostra como vencer os maiores adversários para o futuro do país.

BOLSA FAMÍLIA, TABELA.

MDS divulga calendário de pagamento do Bolsa Família em 2014

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e a Caixa Econômica Federal definiram o calendário de pagamentos do Programa Bolsa Família para o ano de 2014. O benefício é pago nos últimos 10 dias úteis de cada mês. Em janeiro, por exemplo, as famílias poderão sacar os recursos entre os dias 20 e 31.
Para saber em que dia sacar seu dinheiro, a família deve observar qual é o último algarismo do NIS (Número de Identificação Social) impresso no cartão do Bolsa Família. As famílias com cartões terminados em “1” recebem no primeiro dia do calendário de pagamento, os terminados em “2” no segundo dia e assim por diante.
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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

SORRIA SEMPRE !

Sorrir é tão eficiente quanto exercícios para o bem-estar

risoÉ científico, sorrir faz bem à saúde. O cérebro é induzido a produzir e liberar mais endorfina quando o indivíduo sorri. Esse neurotransmissor é responsável pelas sensações de prazer e bem-estar, além de ser um potente analgésico natural. O processo é semelhante ao que ocorre ao praticar exercícios físicos. Pode diminuir a pressão sanguínea, o estresse, além de estimular o sistema imunológico.
Em uma pesquisa da Universidade Loma Linda, na Califórnia, 14 voluntários foram monitorados enquanto assistiam comédias. Foi possível perceber uma queda significativa nos hormônios que causam estresse, na pressão sanguínea e até nos índices de colesterol. Segundo os pesquisadores, a terapia do riso pode reduzir a incidência de doenças do coração e diabetes.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

ASSIM COMO TODOS OS DIAS, PAZ.

QUE A PAZ DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO ESTEJA ENTRE NÓS, E QUE ELE NOS AJUDE AMAR UNS AOS OUTROS ASSIM COMO ELE NOS AMOU, AMÉM.

sábado, 21 de dezembro de 2013

CIÊNCIAS: ISTO É INCRIVEL !




Foto de planta carnívora boquiaberta vence competição internacional

Concurso elegeu melhores imagens feitas com a ajuda de microscópios.
Fotografias de embrião de morcego e célula de alga doce são destaques.

Do G1, em São Paulo
99 comentários
A foto de uma planta carnívora boquiaberta ganhou o prêmio principal da 10ª edição do concurso Olympus BioScapes, uma das principais competições de imagens que foram feitas com a ajuda de microscópios.

A fotografia foi selecionada entre outras 2.100 inscritas. Desse total, outras nove foram escolhidas para serem premiadas.
De acordo com a organização do concurso, as imagens refletem os mais recentes avanços feitos na neurociência e biologia celular, além de vislumbres surpreendentes da vida em escalas microscópicas, capturadas por cientistas, estudantes ou amadores.

Veja abaixo algumas das fotos selecionadas no concurso:
À esquerda, a imagem de uma planta carnívora (Utricularia gibba) bocejando; à direita, um embrião de morcego (Foto: Divulgação/Igor Siwanowicz/Dorit Hockman/2013 Olympus BioScapes Digital Imaging Competition)À esquerda, a imagem de uma planta carnívora (Utricularia gibba) "bocejando"; à direita, um embrião de morcego (Foto: Divulgação/Igor Siwanowicz/Dorit Hockman/2013 Olympus BioScapes Digital Imaging Competition)
As pernas e a cabeça de uma espécie de larva foi capturada pelo microscópio do francês Fabrice Parais (Foto: Divulgação/Fabrice Parais/2013 Olympus BioScapes Digital Imaging Competition)As patas e a cabeça de uma espécie de larva capturadas pelo microscópio do francês Fabrice Parais (Foto: Divulgação/Fabrice Parais/2013 Olympus BioScapes Digital Imaging Competition)
Imagem de uma larva de mosquito-fantasma foi capturada com ajuda de iluminação especial (Foto: Divulgação/Charles Krebs/2013 Olympus BioScapes Digital Imaging Competition)Imagem de uma larva de mosquito-fantasma foi capturada com ajuda de iluminação especial (Foto: Divulgação/Charles Krebs/2013 Olympus BioScapes Digital Imaging Competition)
Imagem composta mostra uma única célula de uma alga de água doce (Foto: Divulgação/gor Siwanowicz/2013 Olympus BioScapes Digital Imaging Competition)Imagem composta mostra uma única célula de uma alga de água doce (Foto: Divulgação/gor Siwanowicz/2013 Olympus BioScapes Digital Imaging Competition)
Imagem mostra "insetos irmãos" que mediam apenas 3 mm e tinham somente 2 horas de vida no momento do registro fotográfico  (Foto: Divulgação/Kurt Wirz/2013 Olympus BioScapes Digital Imaging Competition)Imagem mostra "insetos irmãos" que mediam apenas 3 mm e tinham somente 2 horas de vida no momento do registro fotográfico (Foto: Divulgação/Kurt Wirz/2013 Olympus BioScapes Digital Imaging Competition)

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

O MELHOR AMIGO DO HOMEM




Cachorros reconhecem rostos familiares, diz estudo

Segundo pesquisa, cães olham mais fixamente para faces conhecidas.
Movimento dos olhos dos cachorros foi monitorado.


Cães reconhecem rostos familiares de humanos e cachorros, mostra estudo (Foto:  Sanni Somppi)Cães reconhecem rostos familiares de humanos
e cachorros, mostra estudo (Foto: Sanni Somppi)
Os cachorros têm a habilidade de diferenciar rostos de humanos e outros cães que conhecem das faces que não são familiares, mostra estudo publicado por pesquisadores da Universidade de Helsinki, na Finlândia. A habilidade, até então atribuída apenas aos humanos e possivelmente a outros primatas, foi testada enquanto os cachorros eram monitorados.
Os pesquisadores exibiram imagens de rostos de humanos e de outros cachorros familiares, além de outros que nunca haviam visto. O monitoramento do movimento dos olhos dos cães apontou que eles olhavam mais fixamente e profundamente para rostos e olhos familiares do que para os desconhecidos.
Apesar de ser conhecido o fato de que o contato dos olhos tem papel importante na comunicação entre cachorros e humanos, segundo os pesquisadores, este é o primeiro estudo em que o reconhecimento facial por parte dos cães foi pesquisado com o monitoramento do movimento dos olhos.
Além disso, constatou-se que os cachorros olharam para imagens de cachorros por mais tempo do que para imagens de humanos, independentemente da familiaridade dos rostos apresentados. Isso corresponde a um estudo prévio da mesma equipe, em que foi descoberto que cachorros preferem olhar rostos da mesma espécie do que para os de humanos.

ÁGUA POTÁVEL NO RN.

Situação dos principais reservatórios de água do RN

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

A HUMANIDADE A BEIRA DO ABISMO.

Do pai do movimento ambiental: “A humanidade está no rumo da destruição”



Postado em 10 Dec 2012
por : 
O guru ambiental Dennis Meadows conta por que o mundo caminha para um colapso econômico


Lixão na Índia: quais os limites do crescimento?

POR MARKUS BECKER
Em 1972, o guru ambiental Dennis Meadows previu em seu estudo “Os Limites do Crescimento” que o mundo estava caminhando para um colapso econômico. Quarenta anos depois, ele diz que nada que tenha visto desde então o fez mudar de idéia. Nascido em 1942 em Montana, começou sua carreira acadêmica como químico antes de passar para várias outras disciplinas, incluindo economia e engenharia. A Fundação Volkswagen, que financiou estudo de Meadows em 1972, realizou um simpósio no final de novembro, por ocasião do aniversário de 40 anos da publicação.
Spiegel: Professor Meadows, 40 anos atrás você publicou “Os Limites do Crescimento”, juntamente com sua esposa e seus colegas, um livro que fez de você o pai intelectual do movimento ambiental. A mensagem central do livro continua válida hoje: a humanidade está explorando brutalmente os recursos globais e no caminho para se destruir. Você acredita que o colapso do nosso sistema econômico ainda pode ser evitado?
Meadows: O problema que nossas sociedades enfrentam é que temos desenvolvido indústrias e políticas que eram apropriadas em certo momento, mas agora começam a afetar o bem-estar humano, como, por exemplo, a indústria do petróleo e do carro. Seu poder político e financeiro é grande. Isso significa que nós vamos evoluir através da crise, não de uma mudança pró-ativa.
Spiegel Online: Várias previsões centrais feitas no livro se tornaram realidade, como o crescimento exponencial da população mundial e a destruição ambiental generalizada. Sua previsão sobre o crescimento econômico, que a economia mundial entraria em colapso, ainda não chegou a acontecer.
Meadows: O fato de que o colapso não ocorreu até agora não significa que não ocorrerá no futuro. Não há dúvida de que o mundo está mudando, e nós vamos ter que mudar junto com ele. Há duas maneiras de fazer isso: uma é você ver a necessidade de uma mudança antes do tempo e fazer a alteração e a segunda é você não fazer nada e ser finalmente forçado a fazê-lo de qualquer maneira. Vamos dizer que você está dirigindo um carro dentro de um edifício da fábrica. Há duas maneiras de parar: ou você coloca o pé no freio ou vai manter a velocidade e bater no muro. Mas você vai parar, porque o edifício é finito. E o mesmo vale para os recursos da Terra.

Explosão de plataforma de petróleo no Golfo do México
Spiegel: Isso soa convincente, mas é realmente verdade? Empresas privadas não reagem à escassez de recursos com inovação, em um esforço para manter a lucratividade?
Meadows: As mudanças realmente grandes não vêm de dentro de indústrias estabelecidas. Quem fez o iPhone? Não a Nokia, não a Motorola, nem nenhum dos outros fabricantes de celulares estabelecidos. Ele veio da Apple, totalmente fora da indústria. Há muitos outros exemplos deste tipo.
Spiegel Online: E quanto a áreas que estão sob o controle do Estado?
Meadows: Isso é ainda pior. Nossa história com a pesca mostra que estamos destruindo os ecossistemas dos oceanos, por exemplo. E estamos usando nossa atmosfera como um depósito de lixo industrial. Ninguém tem incentivo para protegê-los.
Spiegel Online: O desejo de sobrevivência da humanidade não é motivação suficiente?
Meadows: Você vê, existem dois tipos de grandes problemas, universais e globais. Ambos afetam a todos. A diferença é: problemas universais podem ser resolvidos por pequenos grupos de pessoas porque eles não têm de esperar pelos outros. Você pode limpar o ar em Hanover sem ter de esperar que Pequim ou a Cidade do México façam o mesmo. Problemas globais, no entanto, não podem ser resolvidos em um único lugar. Não há como Hanover resolver a mudança climática ou impedir a disseminação de armas nucleares. Para que isso aconteça, a China, os EUA e a Rússia também devem fazer alguma coisa.
Spiegel Online: Você não está subestimando as pessoas e a reação delas quando sob pressão? O empresário australiano Paul Gilding, por exemplo, argumenta em seu livro “A Grande Ruptura” que, quando a crise chegar, a humanidade vai se mobilizar para combatê-la, como em tempos de guerra.
Meadows: Ele está certo. Mas será que vai conseguir? Poderia dar certo, se o atraso não fosse tão grande. Na mudança do clima, mesmo que fosse para reduzir nossas emissões de gases de efeito estufa a zero, o aquecimento continuaria durante séculos. O mesmo vale para o solo, que estamos destruindo a nível mundial. A recuperação pode levar séculos.
Spiegel Online: Com certeza a inovação tecnológica tem servido para reduzir o impacto de alguns problemas a longo prazo. Desde que seu livro apareceu quatro décadas atrás, por exemplo, a medicina moderna tem aumentado a expectativa de vida e levado à redução da mortalidade infantil. As novas tecnologias têm aumentado dramaticamente colheitas e a Internet melhorou o acesso à educação.
Meadows:  A  tecnologia não é uma invenção em si. Essas conquistas foram os resultados de décadas de trabalho duro, e alguém tem que pagar por esses programas. Uma grande fonte de dinheiro é a militar. Outra é a de empresas, e eles não estão motivados para resolver os problemas globais, eles estão motivados a ganhar dinheiro. As empresas farmacêuticas nos Estados Unidos gastam mais dinheiro em perda de cabelo do que na prevenção de infecções por HIV. Por quê? Porque os ricos ficam carecas e os pobres com Aids.
Spiegel Online: Mas imagine os lucros que resultariam para o inventor de uma nova fonte, limpa e ilimitada, de energia.
Meadows: Eu espero que você não esteja falando sobre fusão, porque isso é besteira. Acho que vamos descobrir uma nova e importante fonte de energia. Mas, depois, levaria décadas para que haja um impacto. Mesmo se não houve resistência, mesmo se não houvesse impactos ambientais e mesmo que não levasse um monte de pessoas à falência – ainda assim seria necessário um longo tempo. Então, se alguém lhe disser que a tecnologia vai nos salvar desse jeito, essa pessoa não sabe como a tecnologia é desenvolvida.
Spiegel Online: E sobre recursos. Previsões passadas previram que não haveria petróleo suficiente em 2012, mas ainda parece existir bastante. Estimativas recentes mostram ainda que os EUA em breve poderão produzir mais petróleo do que a Arábia Saudita.
Meadows: Isso pode muito bem acontecer. Mas as reservas de petróleo de que estamos falando são escassas e muito caras para explorar. E, também, vão esgotar um dia. E então teremos um problema. Aqui está um exemplo: Eu tenho uma vizinha e ela é rica. Sua conta de energia elétrica é, digamos, um por cento de sua renda. Em seguida, vem o furacão Sandy, e de repente ela não tinha eletricidade em sua casa. A sua qualidade de vida diminui em um por cento? Não! Sua comida está estragada, ela não pode ligar a luz, ela não pode mais trabalhar. É um desastre para ela. Dê uma olhada ao redor. A cadeira em que você se senta, janelas de vidro, as luzes – tudo está aqui por uma razão simples: nós gostamos de energia barata.
Spiegel Online: Vamos supor que você está certo e que o colapso vai chegar neste século. Como ele será?

Meadows: "Gasta-se mais com pesquisas para acabar com a calvície do que com o HIV"
Meadows: Ele será diferente em lugares diferentes. Alguns países já estão entrando em colapso, e algumas pessoas não vão perceber. Há quase um bilhão de pessoas que estão morrendo de fome nos dias de hoje, e as pessoas aqui, basicamente, não estão percebendo. E há a questão da velocidade: a diferença entre uma queda e um colapso é a velocidade. O rico pode comprar sua fuga de um monte de coisas. O fim da energia fóssil, por exemplo, será gradual. Mas as mudanças climáticas virão para os países industrializados, não importa quando ou como. E o registro geológico mostra claramente que a temperatura global não aumenta de forma linear. Salta. Se isso acontecer, um colapso ocorrerá. Mas não seria nada de novo, é claro. Sociedades sobem e descem. Elas têm feito isso por 300 mil anos.