domingo, 15 de janeiro de 2012

A NATUREZA É NO MÍNIMO JUSTA.

Sobe para 166 as cidades em situação de emergência

Quinze pessoas morreram e três estão desaparecidas. Mais de 3 milhões de moradores foram afetados, 52.723 estão desalojados

Enchente na cidade de Governador Valadares, Minas 
Gerais Enchente na cidade de Governador Valadares, Minas Gerais (Daniel Antunes/Hoje em Dia/Folhapress)
Subiu para 166 o número de cidades que decretaram situação de emergência em Minas Gerais. Na manhã desta sexta-feira, eram 153 municípios na lista dos gravemente afetados pelas chuvas que atingem o estado desde outubro do ano passado.
Ao todo, 228 cidades de Minas Gerais foram prejudicadas pelos eventos climáticos desde o início da temporada de chuvas. Quinze pessoas morreram e três estão desaparecidas. Mais de 3 milhões de moradores foram afetados, 52.723 estão desalojados e mais de 4 mil estão desabrigados. Cerca de 16 mil casas foram danificadas. REV. VEJA

Infelismente recebe o troco quem não tem nada a ver. O enrequecimento de uns, é o sofrimento de outros provocados pelo efeito natural.
O desequilíbrio da natureza não é feito pela ação dos que sofrem, e sim pelo alto poder econômico do brasil e do mundo.Triste realidade.Jomar

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

EDUCAÇÃO

Edição de sexta-feira, 13 de janeiro de 2012 
Casa do Estudante pede socorro
Má conservação do prédio histórico e falta de controle da administração são alguns dos problemas enfrentados pela entidade
Alex Costa

alexcosta.rn@dabr.com.br

Um verdadeiro estado de calamidade pública. Urina dentro de garrafas plásticas, goteiras, telhas quebradas, salas com rachaduras e mofo. Um odor forte e mal cheiroso nos corredores mal leva a crer que é neste prédio que funciona a Casa de Estudante do Rio Grande do Norte, mais necessariamente o setor masculino. Atualmente, 210 estudantes ocupam a entidade. No período de férias, os alunos não contam com o almoço preparado pelos funcionários da casa e nem com a higienização do local, o que piora ainda mais a situação daqueles que tiveram que ficar no local durante o período de férias.
Instituição abriga 210 estudantes, mas muitos dos moradores vivem irregularmente no local, em busca de aluguel barato. Fotos: Fábio Cortez/DN/D.A Press
Logo na entrada é possível ver lixo acumulado e uma televisão quebrada por vândalos há anos. Com facilidade, a reportagem entra no recinto sem que ninguém questione o que faziam ali ou o que queriam. O cenário de abandono e descaso começa a ganhar forma com o discurso dos estudantes, principais usuários da Casa do Estudante.

Roberto Souza, nome fictício de um estudante de 19 anos que não quis se identificar, está na casa há seis meses. Caicoense, o jovem estuda da Escola Estadual Felipe Guerra e precisa se submeter a morar no local por não ter outro lugar para ficar. "É deprimente viver aqui. Tudo é tão sujo e precário. A alimentação, quando tem, é ruim. Sem contar que existem pessoas que moram na casa que não são mais estudantes e querem mandar em tudo", revela.
Depredação piora o quadro. Última reforma ocorreu em 2007
O estudante caminhou com a equipe de reportagem do Diário de Natal pelo interior da casa e viu um cenário de muita sujeira, paredes rachadas e mofo, que denunciavam que há muito tempo não há manutenção na estrutura física do prédio. "É difícil vir morar em Natal, longe da família, numa situação dessas. Tudo bem que a gente paga só R$ 20 mensais para morar aqui, mas também não era pra ser assim", considera Roberto.

Os alimentos, o gás e o pagamento de luz e água do prédio estão sob a responsabilidade da Secretaria Estadual de Trabalho, Habitação e Assistência Social (Sethas). Segundo o secretário adjunto da pasta, Walter Correia, a secretaria nunca deixou faltar recursos para manter a parte de sua incumbência. "A nossa parte está sendo feita. Porém, o prédio não é da responsabilidade do Governo Estadual. Cabe à administração cuidar da infraestrutura do prédio", disse o secretário.

Desabrigados usam a casa para lavar roupas, tomar banho e deixam o local ainda mais sujo. Os estudantes precisam aprender a compartilhar o espaço com não moradores e com qualquer pessoa que quiser entrar na casa. O quesito segurança é colocado em jogo constantemente, uma vez que o medo de assaltos e de roubos deixa os jovens que ali residem ainda mais inseguros.

O estado deplorável da casa é conseqüência do tempo e das ações de vandalismo cometidas pelos próprios estudantes que moram na casa. A última reforma em 2007, durante o governo Wilma de Faria, "não passou de uma maquiagem", segundo afirma outro estudante de 26 anos, que está na casa desde 2006, o qual também não quis se identificar. "Pouco tempo depois tudo volta a aparecer destruído: pias, lavabos, sanitários, chuveiros; tudo", revelou Francisco Lopes, nome fictício.

Segundo Francisco, a falta de consciência das pessoas que freqüentam a casa é a principal causadora da deterioração do prédio. "O pessoal não preserva, não cuida. Só estraga e quebra. Só pode dar nisso", disse o jovem. As aulas de reforço são dadas em um auditório detonado, com carteiras quebradas, diversas frestas no telhado e sem a prometida biblioteca e computadores. A iluminação do local não existe: "De noite, temos que andar apalpando as paredes ou com lanternas. As lâmpadas que tinham, os próprios estudantes retiraram para repor no quarto. É uma escuridão total", conta. 

É ASSIM QUE OS ADMINISTRADORES DO NOSSO DINHEIRO TRATA A EDUCAÇÃO,
AGORA PARA FAZER UM ESTÁDIO QUE TERÁ PROVAVELMENTE APENAS UMA OU
DUAS PARTIDAS DE FUTEBOL NUMA COPA DO MUNDO, ISSO ELES SABEM FAZER. QUE É JUSTAMENTE PRA
APARECER PARA O RESTO DO PLANETA COMO CORDEIRINHOS E O POVO QUE SE DANE. É ISSO QUE AGENTE MERECE.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O TEMPO E O RECONHECER

Somos finitos e inacabados, capazes e incapazes, rotuladores de olhos vendados do nosso irmão, obsecados
pelo proibido, insaciáveis pelo desejo do ter.

Uns simples, outros prepotententes, contudo muitas vezes de forma calma e serena a ponto de ocultar-se por traz de belos gestos mas sempre na tentativa de desestimular seu semelhante e com isso alimentar sua alto estima, presenteando seu ego para que possa abrir no dia seguinte novos falsos sorrisos.

Sabemos que a verdade dos fatos um dia aparece e ninguém consegue enganar à todos o tempo todo. Considero o tempo como o mestre dos mestres; todavia só trilhando por suas veredas é que adquirimos a capacidade de separar a água do vinho.

Precisamos de tempo para conhecer as pessoas da mesma forma que necessitamos de ar, água e oxigênio para viver. Então vamos dar tempo ao tempo que só o tempo dirá. JOMAR LEANDRO

PREFEITURAS DO RN ABREM CONCURSOS E OFERECEM 657 VAGAS

O interior do Estado está com vagas abertas para quem deseja se tornar servidor público. As cidades de Angicos,  Cearámirim e Serrinha dos Pintos estão com concursos abertos para nível fundamental, médio e superior. São 657 vagas no total, sendo 412 em Ceará-mirim, 170 em Angicos e 75 em Serrinha dos Pintos. As inscrições já começaram e vão até o dia cinco de fevereiro, com exceção do concurso de Ceará-mirim, cujas inscrições se iniciam no próximo dia 16. Os salários variam de R$ 545 a R$ 8.000, a depender do cargo escolhido. fonte: trib. do norte

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

SEGURANÇA EM SÃO JOSÉ DE MIPIBU.


DE OLHO NA SAÚDE.

Municípios recebem adicional para combate a Dengue...

Trinta e cinco municípios do Rio Grande do Norte tiveram seus planos contra a dengue aprovados pelo Ministério da Saúde. Esses planos garantem um adicional de 20% nos valores repassados pelo Piso Fixo da Vigilância e Promoção à Saúde para as cidades consideradas prioritárias no combate à doença.

Os recursos serão transferidos do Fundo Nacional de Saúde para os Fundos do Distrito Federal e Municipais de Saúde.

Os municípios selecionados assinaram um termo de adesão junto ao Ministério da Saúde, para ampliar as ações de prevenção contra o mosquito transmissor, de vigilância dos casos, notificações e organização da assistência aos pacientes.

Veja a lista dos contemplados e os valores que serão repassados pelo Governo Federal:

Açu  - R$ 33.683,51
Apodi - R$ 23.708,43
Bento Fernandes - R$ 3.656,92
Brejinho - R$ 6.921,55
Caicó - R$ 51.876,19
Campo Redondo - R$ 6.894,12
Carnaúba dos Dantas - R$ 5.146,87
Ceará-Mirim  - R$ 58.517,97
Cruzeta - R$ 5.844,60
Currais Novos - R$ 33.211,64
Extremoz  - R$ 19.528,15
Florânia - R$ 6.232,04
Guamaré - R$ 6.941,32
Jaçanã  - R$ 5.775,24
Jardim do Seridó - R$  10.059,63
João Câmara  - R$ 25.529,19
Lagoa de Velhos - R$  2.231,21
Lajes Pintadas - R$ 3.192,33
Macaíba  - R$ 53.644,22
Macau - R$ 23.196,76 
Mossoró - R$ 209.180,47
Natal  - R$ 776.031,26
Parelhas - R$ 14.095,30
Parnamirim - R$ 154.936,55
Pau dos Ferros - R$ 23.298,87
Santa Cruz  - R$ 27.214,58
Santana do Seridó  - R$ 1.762,57
São Bento do Trairí  - R$ 2.462,44
São Gonçalo do Amarante  - R$ 71.368,01
São José de Mipibu - R$ 31.855,66
São Miguel  - R$ 19.950,95
São Paulo do Potengi - R$  15.257,58
Sítio Novo  - R$ 3.432,86
Taipu  - R$ 8.686,22
Tenente Laurentino Cruz  - R$3.827,06

TOTAL 1.749.152,27

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

PARA NÓS MIPIBUENSES QUE PAGAMOS TAXA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA.

Proposta assegura recursos para custeio de iluminação pública por prefeituras

Arquivo/ Leonardo Prado
Leopoldo Meyer
Leopoldo Meyer quer evitar repasse de custos para contas de energia.
A Câmara analisa o Projeto de Lei 2116/11, do deputado Leopoldo Meyer (PSB-PR), que destina pelo menos 15% dos recursos da Reserva Global de Reversão (RGR) aos municípios para custeio da manutenção das redes de iluminação pública. A proposta altera a Lei 5.655/71, que trata da remuneração dos concessionários de serviços públicos de energia elétrica.
A RGR é uma espécie de fundo administrado pela Eletrobrás, constituído por valores decorrentes de quotas anuais de reversão, pagas pelas concessionárias. A finalidade é prover recursos para indenizar as concessionárias pela reversão dos bens em que investiram e que retornam ao patrimônio público após o decurso do prazo da concessão.
O autor do projeto lembra que parte dos recursos da RGR são provenientes de um encargo embutido nas contas de energia. “Ou seja, a RGR é indiretamente mantida pelos usuários de energia elétrica”.
O deputado argumenta que os investimentos da Eletrobrás com recursos da RGR são inferiores ao valor do fundo, “o que, em verdade, acaba por agregar custos desnecessários aos usuários e evidencia uma manobra para reforçar o superávit primário da União”. Assim, de acordo com Leopoldo Meyer, o objetivo do projeto é desonerar o contribuinte, evitando que ele seja duplamente tributado pela prestação dos mesmos serviços.
Transferência de responsabilidade
Leopoldo Meyer ainda ressalta que resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) – 414/10 – prevê a transferência, em setembro de 2012, da propriedade de toda a infraestrutura de iluminação pública das distribuidoras de energia elétrica para os municípios, que assim vão ficar com a responsabilidade pelos reparos e manutenção dos equipamentos. A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) prevê um acréscimo de despesa anual dos municípios da ordem de 28%.

Ele argumenta que a maioria dos municípios não terá condições financeiras ou técnicas para assumir a responsabilidade total pelos serviços de iluminação pública. A consequência, segundo ele, será o repasse do custo para o bolso do contribuinte. Em razão disso, ele considera indispensável a implementação de um novo mecanismo de financiamento para minimizar os impactos no bolso do contribuinte.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Minas e Energia; Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.